
Só posto essa história aqui no Blog porque minha mãe não tem acesso à internet, pois se ela descobre uma coisa dessa, me proíbe de ser jornalista.
Vida de estagiário todo mundo sabe como é... excepcionalmente a minha é diferente da maioria dos casos, porque não passo maus bocados dentro da empresa, como brincadeiras, piadinhas e tudo mais que envolva a inesperiência do estagiário. Ao contrário, tenho a sorte de estar em um local que, até hoje, só me deu boas oportunidades profissionais.
Acontece que hoje (quarta-feira), fui tirar uma fotinha de lixo na calçada, reclamação feita por uma moradora. Quando estava tirando a imagem, uma mulher que estava lavando a calçada na esquina gritou: Moço, vem cá depois que eu quero fazer uma reclamação também!
Sem problemas minha senhora, fui na hora. Perguntei qual era o seu nome, e ela me respondeu que se chamava Edna. Quando ela ia me contar do que se tratava a reclamação, escutei um estrondo, seguido por um cheiro de queimado e uma forte explosão de faíscas. Na hora, nem imaginava o que era, mas tinha certeza que iria morrer. Percebi que os fios de alta tensão da fiação elétrica estavam caindo sobre nossos corpos. Agarrei a mulher com força pelo braço e saímos, Deus sabe como, do meio dos fios.
Foi quando entendi do que se tratava. Uma carreta fechada, que cruzava a rua, arrastou um fio de alta tensão que estava rebaixado, fazendo com que o poste do outro lado da rua se rompesse, quebrando toda a fiação do quarteirão. Se o poste fosse um metro maior, ao invés de morrermos eletrocutados, teriamos morrido esmagados, pois o pilar de energia rompeu-se bem em nossa direção.
Quando percebi que estava vivo, e entendi que aquilo renderia uma matéria, liguei a câmera fotográfica na hora e comecei a tirar fotos. Na terceira foto parei, desliguei a máquina, ajoelhei no chão e rezei agradecendo a Deus por estar vivo, e pela Edna também. Após isso, continue fazendo as imagens.
A profissão jornalística não tem culpa do que ocorreu comigo. Se ontém fosse o meu dia de morrer eletrocutado, e eu fosse um bancário, provavelmente teria morrido tomando um relaxante banho quente em minha casa.
A multidão se aglomerou em volta, os vizinhos critiram a Compania de Energia Elétrica, porque o poste que caiu era de madeira e estava podre. Sei lá, nem quis saber disso na hora, estava vivo e isso era um verdadeiro milagre. Nunca pensei que setiria fios de alta tensão batendo em minhas costas.
Quando o susto passou, dona Edna veio a mim e disse: Olha, sou evangélica, mas hoje vou tomar uma cervejinha, porque se o poste não me matou, não vai ser uma garrafa de cerveja que vai me dar fim! O povo que estava a nossa volta começou a rir. Respondi para dona Edna que hoje eu iria fumar sem peso na consciência, porque se um poste não me deu fim, não seria algumas gramas de nicotina que me matariam, pelo menos não a curto prazo.
Brincadeiras a parte, lembrei-me de uma história de Auriflama. Um homem passava por muitas necessidades, era andarilho e vivia de casa em casa pedindo comida. Sempre lhe davam pão e água. Certo dia, uma senhora muito bondosa lhe deu uma prato de arroz, feijão, bife e salada. O homem comeu com vontade, com medo da comida fugir de suas mãos. Esse foi o seu erro. Um pedaço de bife entalou na garganta do cara, e ele ficou sem ar. Quando a ajuda chegou, ele estava morto. Tem forma mais besta de morrer nessa vida?
Realmente, para morrer, basta estar vivo.
Na segunda parte do Debate Eleitoral promovido pela Folha da Região, os candidatos fizeram perguntas entre si, com tema livre. Seguiu-se o mesmo rumo utilizado na primeira parte: Ataques, tapas, farpas, mordidas. As capivaras do “Silas” se assustaram e correram.
Dunga e Dilador trocaram acusações. O primeiro disse que Dilador saiu devendo em uma gráfica. Dilador respondeu que “Quem pega o ovo leva a galinha”, e que ele pagava todas as suas contas
Depois disso, o tema do debate voltou a ser o ex-menino propaganda da TVI, Carlos Hernades. Dilador disse novamente que Hernandes era cria de Maluly. Dunga bateu no ex-secretário do esporte de Araçatuba de maneira muito inteligente. Ele perguntou para Silas sobre o que ele faria com o orçamento do esporte. Silas gaguejou, mas foi elogiado por Dunga, que planejou a pergunta para bater na secretaria de esportes, que foi comandada pelo vice do Cido Sério. Dunga afirmou em seguida que pouco fez durante o seu comando. Valeu elogio para a simplicidade de Silas.
Cido ficou nervoso, e respondeu que Hernandes é a “figura da hora” porque o PT araçatubense está em primeiro lugar nas intenções de votos. Até outro dia, Dunga teria elogiado Hernandes, segundo Cido. “Porque não perguntam a mim? O Hernandes não está aqui, quero debater propostas” pediu Cido. Dilador ficou no seu canto, com um sorriso no rosto.
Dunga respondeu que não acusou Hernandes de nada, mas que está enojado das falcatruas que são feitas. “Nunca disse que ele era meu candidato”. Em resposta do democrata, tapa de Dunga no mensalão do PT. “Mundo podre”, disse Dunga.
“Investiguem minha vida, meu CPF está na internet”, disse Cido. “O debate não está centrado nos problemas da cidade, e essa é minha preocupação básica. Mas quando a gente está na frente das pesquisas, estamos sujeitos a apanhar”, aprendeu rapidinho Cido Sério.
O debate continuou em clima tenso. Quem venceu? Em minha opinião, o macaco velho Dunga ganhou de longe. Acostumado a esse tipo de debate, mostrou-se preparado em relação aos outros concorrentes. Cido fez sua parte, mas não encantou. Dilador perdeu momentos importantes de ficar com a boca fechada. Silas, bom, esse pelo menos ganhou uns pontinhos com as capivaras.
Mérito à Folha da Região por ter criado este espaço ao diálogo. A função do jornal é essa, atuar junto à comunidade mostrando o que cada candidato pensa. Parabéns ao maior jornal da região.
A Folha da Região, em parceria com a Rádio Cultura FM e TV Birigui, estão neste momento (terça-feira, 2 de setembro, às 21h) realizando o primeiro Debate Eleitoral com os candidatos a prefeito de Araçatuba. Participam os postulantes Cido Sério (PT), David Silas (PTN), Dunga (DEM) e Dilador Borges (PSDB). O debate é mediado por Marcelo Espinoza, editor da Folha da Região.
A situação no primeiro bloco passou de momentos turbulentos para situações muito engraçadas. Os candidatos estavam calmos, até que Dilador tomou a palavra. O tucano começou a bater em Dunga e no vice de Cido Sério, Carlos Hernandes, afirmando que são “herdeiros” do trono de Maluly, e por isso, incapazes de mudar a atual situação em que se encontra Araçatuba.
Tanto bateu, que acabou apanhando, e muito. Dunga mostrou-se preparado, e Cido também respondeu à altura os ataques de Dilador. A partir desse momento, Dunga e Cido dominaram o embate, Dilador ateve-se às críticas, deixando de lado as propostas, e Silas mostrou-se pequeno perto dos outros três concorrentes.
CAPIVARAS – Um momento curioso deste primeiro debate foi sobre a questão do desenvolvimento do município. Silas disse que as plantações de cana-de-açúcar eram prejudiciais à nossa região, pois matava muitos animais silvestres durantes as queimadas. Ele citou que já viu “capivaras” sendo mortas por causa do fogo. Até que enfim alguém lembrou desse importante animal da fauna nacional, mesmo que este nem tenha título de eleitor. Uma dúvida: O carro dele é movido a gasolina ou a álcool?
DOEU OS OUVIDOS – Com exceção de Cido Sério, e
Pessoas se batendo, cantoras da meia idade criticando as novinhas, marcas de cerveja que não se deixam em paz, o branco e o preto, o rock e o pagode, etc... essas coisinhas diferentes que causam um “pega pra capar” de vez

Os bichinhos são da mesma família, a dos mamíferos, e compartilham da característica de serem animais domésticos. Existem pessoas que simplesmente abominam uma das partes, enquanto outras nutrem um sentimento e um carinho que remete a algo transcendental.
Os cachorros são, por sua natureza, leais e fiéis à espécie humana. Seus antepassados, os lobos, foram, no decorrer da história, domesticados pelos homens. O cachorro ganhou a alcunha de melhor amigo do homem.
Os gatos são independentes e graciosos. Possuem hábitos de higiene invejáveis pelos cães, sendo mais limpos do que muitos seres humanos. Ao contrário do cachorro, que se apega ao dono, o gato se apega à casa. Não é difícil ver uma família mudando e o gatinho na porta da residência dando “tchau família, do meu cantinho não saio”.
Os cachorros também têm seus pontos negativos. Algumas raças podem apresentar índole violenta, dependendo da criação de seus donos. Outros podem ser extramente depressivos, não sendo uma boa escolha para as pessoas que trabalham e viajam. O shaw shaw, por exemplo, é daqueles cachorrinhos que precisam de uma dose diária de amitripitilina.
O principal problema de ter um gato é na sua fase de crescimento. O animal não seleciona e não diferencia o que é brinquedo e o que é móvel de casa, arranhando e mordendo tudo. Quando cresce, essa rebeldia passa, e seu hobby será miar durante à noite e dormir durante o dia.
Qual é seu melhor amigo, o gato ou o cachorro? Você escolhe os dois para a sua convivência? Foi uma péssima idéia domesticar esses dois seres, que deveriam estar nas florestas comendo e sendo comidos como a boa mãe natureza manda?
Opine, lata, mia, relinche até, mas participe dessa disputa polêmica!!!
Pessoas se batendo, cantoras da meia idade criticando as novinhas, marcas de cerveja que não se deixam em paz, o branco e o preto, o rock e o pagode, etc... essas coisinhas diferentes que causam um “pega pra capar” de vez

Rede Plim Plim ou TV Aleluia?
A Record tirou do SBT o segundo lugar de audiência na televisão brasileira, mas está longe de ameaçar a audiência da Globo. Conheça os motivos para assistir (ou não) a programação destas emissoras, e opte sobre qual será o seu próximo passo com o controle remoto.
Jornalismo
Record - Investiu 50 milhões de reais em 2006, quando passou a ter como carro-chefe o Jornal da Record, clone do Jornal nacional. Neste ano, contratou 250 profissionais e aplicou 15 milhões de reais em equipamentos para criar o primeiro canal só de notícias da TV aberta, o Record News.
Globo - Desde 2004, sessenta jornalistas da emissora migraram para a Record. Numa reunião no semestre passado, a cúpula da emissora debateu um dilema: transportar, ou não, o canal pago de notícias Globo News para a TV aberta.
Novelas
Record - Derramou 300 milhões de reais na teledramaturgia. Cerca de 40% de seus técnicos vieram da concorrente. Artistas foram atraídos com propostas irrecusáveis. O noveleiro Tiago Santiago passou de assistente na Globo a titular na Record. Seu salário pulou de 25 000 reais para 170 000 reais por mês.
Globo - Ficou mais difícil fazer a escalação de suas novelas. Ela teve de repensar suas políticas em relação ao elenco. Atores de segundo escalão conquistaram contratos de longo prazo - antes tinham que negociar cada trabalho.
Esporte
Record - Por 120 milhões de reais, a emissora de Milton Neves levou as Olimpíadas de Londres, em 2012. Outras ofertas: 800 milhões de reais pelas Copas de futebol de 2010 e 2014; 500 milhões de reais por ano pelo Brasileirão; 70 milhões de reais por ano pelo Campeonato Paulista.
Globo - Além de perder pela primeira vez a transmissão de uma Olimpíada, teve que desembolsar bem mais pelo futebol. Foram 700 milhões de reais pelas Copas, 350 milhões de reais pelo Brasileirão 2007 (contra 290 milhões em 2006) e 70 milhões de reais pelo Paulistão 2007 (contra 25 milhões no ano passado).
Variedades
Record - Com Ana Hickmann à frente, o Hoje em Dia briga pela liderança de audiência nas manhãs da Grande São Paulo. Reality Shows como O Aprendiz, de Roberto Justos, atraíram espectadores das classes A e B antes avessos à Record. Na guerra dos domingos, a emissora tem armas como o humor de Tom Cavalcante. Seu salário na Globo era de 80 000 reais e hoje é de 300 000.
Globo - Oscilando entre os 6 e os 7 pontos no ibope - o mesmo da concorrência -, Ana Maria Braga não conseguem mais ganhar a dianteira nas manhãs da Globo. Faustão, que fazia tempo não se via ameaçado por seu rival histórico do SBT, Gugu Liberato, está tendo surpresas com o novo programa de Tom Cavalcante, que está roubando sua liderança por alguns minutos.
O que acontecerá nos próximos meses? Você assistirá a Globo, a Record ou lerá um bom livro? Edir Macedo terá um baú maior que o de Sílvio Santos? Poste sua resposta o mais rápido possível, antes que a Rede TV entre na disputa (melhor não falar isso muito alto, porque vai que Deus escuta...)
Sobre circos e velórios
O menino queria ir ao circo. Nunca em sua vida tinha visto um palhaço de verdade, e o animal mais próximo de um leão que conhecia era uma jaguatirica, que viu no sítio do avô quando foi à fazenda.
Na escola, a professora chegou com a notícia: Hoje vou sortear alguns ingressos para o circo. O menino cruzou os dedos com forças, o suor começou a pingar da testa. “Seria dessa vez?”, imaginava silenciosamente. No ano passado, a professora sorteara um livro. Ele não ganhou, e ficou o dia todo emburrado. Dessa vez seria diferente, tinha certeza. E foi.
O menino, já com o ingresso do circo na mão, chegou apressado em casa. Enfiou algumas bolachas na boca, deu comida para o periquito, colocou o boné e foi ao circo.
A primeira impressão que teve do local foi ruim. A lona tinha muitos buracos, mas como era ainda à tarde, nem fez tanta diferença. Ruim seria se chovesse. Quando o espetáculo começou, o menino estranhou o leão: Como era magro, pensava. As acrobacias eram na maioria sem graça. Estava quase desiludido de circo quando, enfim, entraram os palhaços.
Até quem não era adulto riu. Quanta palhaçada. Quanta alegria. As cortinas se fecharam e o menino foi embora, todo contente.
Quando chegou a casa, o menino ainda sorria. Até que sentiu falta do periquito. Antes de sair, o garoto havia deixado à porta da gaiola aberta, e o periquito não estava mais lá. Procura que procura e nada do “verdinho”. De repente, escutou um barulho estranho vindo do muro do vizinho. Um gato, de pelagem amarela e de olhos cinza, terminava o seu almoço. Em seu pelo ainda restara às manchas do crime. O gato já havia devorado a cabeça do passarinho.
O menino gritou de ódio, e com um cabo de vassoura, aplicou muitos golpes no corpo do bichano. Mas nada podia ser feito, pois o periquito já estava morto.
Naquela tarde, o menino aprendeu que no mesmo dia em que se ri também se chora. Entendeu que a festa é uma preparação para o velório. Compreendeu que uma atitude pode mudar tudo. Para sermos felizes, alguém precisa ficar triste. A vida, afinal, é cheia de circos e enterros.
Esse papo é sobre uísque?
Sempre fui um grande amante da bebida. Entre um gole e outro, começo a perceber somente agora a diferença entre aquilo que é sociavel daquilo que é um vício.
De todas as bebidas, a que mais aprecio é o uísque, mesmo sendo a que raramente tomo. A cerveja, por exemplo, bebia constantemente.
Mas é preciso que se diferencie a cerveja do uísque, caso contrário, um grave erro será cometido. A cerveja não tem nobreza, ao contrário, é popular como o samba. Qualque um pode tê-la, e para bebê-la qualquer copo serve, seja uma taça de vidro italiano ou um copo de requeijão ainda com rótulo.
Quanto ao uísque, deve ser tomado em momentos exclusivos de nossa existência. Bebo uísque ao estilo “Cowboy”, sem gelo, para não disfarçar seu sabor. Uísque bom não causda arrepios, nem seca a garganta como a pinga. O copo deve ser pequeno. O uísque não foi inventado para deixar ninguém bèbado.
Esta última lição aprendi recentemente, após um porre de uísque. Esqueci-me de verificar a origem da garrafa, e não percebi o sabor aparentemente igual. Neste caso, tratava-se de um uísque barato e falsificado.
Vomitei o dia todo. Para dormir, vomitei duas vezes. Quando fechei os olhos minha cabeça girava e minha boca sentia um gosto estranho de óleo de cozinha. Ao acordar vi no espelho do banheiro um rosto pálido e agonizante. Parecia que setenta construtores erguiam um prédio de dez andares em meu cerébro.
Melhorei somente quanfo tomei uma vitamina de frutas, com muita rúcula, e fui caminha pela avenida sobre o sol de fim de tarde.
Um amigo, quando soube dessa história, me disse: - Por que você bebe uísque? Nunca tive um porre de cerveja!
Meu caro amigo, se ainda não percebeu, não estamos falando de bebida, mas sim da vida. Se a sua felicidade é tomar uma cerveja todos os dias, sinto muito, pois eu aprendi o que realmente vale a pena nesse mundo, e continuarei bebendo apenas uísque, apesar dos perigos que já tenho conhecimento.
Beber cerveja é como “ficar”, mas tomar uísque é AMAR. A primeira não te dá dor de cabeça, não te deixa com ressaca e nem causa um estrago em seu bolso. Contudo, a cerveja não tem gosto de nada.
Quanto ao uísque, aprendi minha lição. Como não consigo apenas com um gole saber se a garrafa é “falsificada” ou “verdadeira”, devo tomá-la aos poucos. Olhe sempre no fundo de seu copo. O uísque falsificado apresenta uma aparência mais escura, possui particulas estranhas e a garçonete sempre o serve com um sorriso amarelo entre os dentes. Assim são os úisques falsos... e os amores falsos também.
Por outro lado, o bom uísque deve ser degustado com cautela. Para quem já acordou com ressaca, um pouco de precaução não lhe fará mal.
Quanto trabalho se tem para ficar bêbado, pensam os meu leitores... e para amar também. Seria mais fácil tomar cerveja. Deixo a minha “cervejinha” para o meu amigo que decidiu se contentar com as sobras da vida, temendo um ressaca.
A tempo – Não tomo cerveja já tem um bom tempo. Garçom, pode me trazer um copo de Old Eight? Sem gelo, por favor.
Já disse em outra postagem sobre o quanto sou fã da Madonna. Mas, o que me esqueci de dizer é que nós dois temos algo
Na minha infância eles foram durante muito tempo alvo de humilhação pública. Sentia-me igual à Mônica, mas com exporriações públicas muito mais fortes do que ela. Tinha vergonha de sorrir em público, queria por um aparelho nos dentes urgentemente, mas minha família não tinha dinheiro naquela época ( e continuamos sem dinheiro ainda hoje).
Quando descobri que a Madonna também é dentuça, noooosssaaaa, foi um dia de glória! Agora não coloco aparelhos nos dentes nem que me paguem, e nem que continuem se entortando até eu precisar arrancar toda a minha arcada dentária pra por uma dentadura. Isso tudo é por você, Madonna!

ESSA NEM ELA SABIA
A lindíssima Agatha Urzedo, minha professora de Jornalismo e editora da Folha da Região, é uma jornalista multimídia. Cada vez mais descubro coisas legais sobre essa pessoa carismática e incrível que é a Agathinha. Fuçando no You Tube, achei sem querer um vídeo em que a Agatha atua como repórter televisiva pela TVI/SBT, de Araçatuba.
O vídeo está com a qualidade meio ruim, mas como vai ter a Agatha nele, ela compensa a parte técnica com o talento pessoal. Um beijo Agathinha, esse é um achado do fundo baú. Hehehe.
Googa-me

Oi, meu nome é Beta. Google Beta.
Você quis dizer: cocaína.
O menino estava fazendo apenas o seu trabalho escolar. A professora havia lhe passado uma pesquisa sobre as pessoas que têm alergia no verão. O menino abrira uma janela do Internet Explorer e digitara: www.google.com.br. No campo pesquisa do Google, o garoto escrevera: pó. Queria informar-se sobre a poeira, doenças alérgicas ligadas à terra, e por aí vai.
O Google sabia disso, bem como a idade do menino. O satélite da mega empresa estava em órbita na direção da casa da criança. Um super zoom, estilo Google Heart, aproximou-se da janela dele. O programador safado sabia o que estava fazendo. De repente, o menino fora direcionado para páginas de vendas de cocaína online. Em três dias, ele recebera a encomenda.
Enquanto isso, na sala da justiça, Pink e Cérebro faziam aquilo que sempre faziam todos os dias: Tentar dominar o Google. Digitaram a palavra conquista no campo de busca do Google... uma série de mensagens subliminares começou a pular da tela. “Se beber não dirija; use filtro solar; Mate um emo; Não deixe água parada; Cheire um gatinho por dia”. Uma semana depois, os dois estavam convertidos para a Igreja Googleísta dos últimos dias.
“Bem que poderíamos usar o Google na prova”, gritou uma guria retardada sobre o portal. De repente, a janela do Windows começou a ganhar forma. A guria fora engolida pelo PC... e nunca mais digitaram seu nome no campo de pesquisa.

A história política de Araçatuba, como atesta o bom jargão literário, confunde-se com a história da política nacional. Isso se deve porque foi tanta sujeira que rolou nestes 100 anos de existência que, se não fosse pelo clima semi-árido do município, poderíamos dizer que vivemos em uma micro Brasília.
O universo político de Araçatuba teve seu início por volta de 1830 quando a familia Maluly, oriunda de Mirandópolis, invade Tróia Araçatuba, começando assim a saga de Jorge Maluly Netto (malulão), rei-chefe-patrono e imperador do clã dos Maluly, que na época da invasão de Araçatuba tinha apenas 97 anos e, ainda hoje, depois de 52 mandatos como prefeito e 25 com deputado, é o atual prefeito de Araçatuba e candidato a sucessor de Dercy Gonçalves para ser o velho mais idiota babão e boca suja do Brasil.
Este tópico é um jabá, quero dizer, oferecimento da Área Azul.

Para continuar lendo a história verdadeira de Araçatuba, coloque créditos no paquímetro acima, ou você estará sujeito a multa de 3 pontos na carteira.
Só não leia com muita pressa, pois você corre o risco de ser fotografado por algum radar. (Num patrocínio da Prefeitura Municipal de Araçatuba).

VOTI VÉI
O Centenário de Araçatuba virou febre regional. Nem mesmo a chatíssima imigração dos japoneses para o Brasil, que contribuíram em muito para tornar o nosso país mais chato, conseguiu parar de fazer os araçatubenses, escolas, veículos de comunicação e camelôs (que estão lucrando horrores com adesivos do centenário) falar dos Cem Anos deste pedacinho de céu esquecido por Deus.
O Blog do Serginho, após um longo e tenebroso inverno (estava de férias), volta a publicar textos, e o melhor, preparou uma série exclusiva de postagens sobre o Centenário dessa cidade (isso está na moda ultimamente).
Como todo mundo está contando apenas a história oficial, vale a pena conhecer as entrelinhas deste processo de civilização que produziu um espaço nem tão civilizado na Noroeste Paulista.
Algumas importantes personalidades já passaram pela terra do boi gordo que, ultimamente, chupa cana. Confira a opinião de cada um sobre a cidade em que o rio Tietê ainda respira.
O locutor Adriano de Moraes foi um dos que vibrou quando veio à Araçatuba. “Seguuuuuuuuura peão!” foi a frase que soltou antes de se arrebentar em um dos buracos da cidade. A ex-prefeita de São Paulo, ex-ministra do turismo e ex-mulher do senador Suplicy (o mulher que gosta de ser ex), Marta Suplicy, muito compadecida com a queda de Adriano de Moraes, abraçou o locutor e disse “Relaxa e goza”. “É quente demais, sô! Quero um refresco!” foi o pedido do Diabo quando veio ao municipio tirar férias.
No próximo post em comemoração ao centenário, conheça os avanços econômicos do Grande ABC do interior, formado por Araçatuba, Birigüi e Coroados. Voti Véi!!!
CHUCHUZINHA

Uma das coisas mais fofinhas que papai do céu jogou na terra. Essa é a minha sobrinha Luana, que se eu não me engano tem uns 4 anos, acho (Tá, sou um tio relapso). Pensei muito antes de postar a foto dela no Blog, porque esse mundo esta infestado de “umas desgraças” chamadas pedófilos. Mas, a gente tem que criar as crianças para a vida né?
A chuchuzinha mora
ESTRANHO MÁRCIA
Quem aqui é fã de histórias em quadrinhos, com certeza vai se lembrar das tirinhas da Mafalda, aquela menina gordinha que, do nada, tinha umas sacadas de política, educação e religião muito interessantes para a sua idade. Uma das amigas da Mafalda era a Márcia, que sempre tinha umas idéias esquisitas, e sempre que soltava alguma delas, a Mafalda dizia: Você é estranha hein Márcia?!!!
Pois bem, em se tratando de coisas estranhas, o Pink Floyd com certeza está caminhando para o livro dos recordes. Quem pensou que a última façanha dos paranóicos foi sincronizar a melodia do álbum The Dark Side com o filme O Mágico de OZ, se enganou.
A mais nova estranheza vem de uma comunidade no orkut intitulada de: Pink Floyd influenciou o Chavez. “Os caras” deram conta de achar nos episódios do Chavez similaridades com as músicas da banda. Uma dessas, que eu havia percebido em casa, foi o episódio em que o Chavez mata uma lagartixa. Em certo momento, todos acreditam que Chavez havia matado o senhor Madruga com uma pedrada. O zoom se aproxima do estilingue na mão de Chavez e eis que a melodia de fundo da lugar a um trecho da música Echoes. Sinistro, é o mesmo trecho, sem montagem, original.
Outra hipótese que a comunidade levanta é a de o personagem do seu Madruga ter sido inspirada na música Money. Essa é meio fraquinha, mas tudo bem, como hipótese vale. E o dia em que proibiram animais na vila, em que a dona Florinda teve que dar o animalzinho do Kiko (sem duplo sentido) embora. Vale a pena assistir esse episódio escutando a música Dogs.
Um episódio muito divertido é aquele em que o Chavez não consegue parar em pé de tanto sono. Ele vai de um lado para o outro, dorme toda hora, é como se estivesse “confortavelmente anestesiado”, assim como o título da música Confortably Numb.
Mas, com certeza, a coisa mais sinistra, metafísica, estranha até para a Márcia da Mafalda entender, é a analogia que se pode fazer com a letra Another Brick in the Wall, o clássico da banda, em que uma fileira de crianças caem em uma “máquina” de fabricar bonecos, saindo com rostos mascarados. A letra, que faz uma crítica severa à educação, pode ser estendida para os métodos do professor Girafales em educar seus alunos, à base de muita lição e decoreba, além dos berros antipedagógicos do grandão.
E não para por aí. Tem um episódio em que o professor Girafales está na casa da Dona Florinda, olhando o álbum de família, até que ele encontra uma foto do pai do Kiko. Dona Florinda conta que o pai de Kiko faleceu após o navio em que ele estava ter virado no mar. Agora, preste atenção na primeira estrofe da letra Another Brick in the Wall, e sua tradução.
"Daddy's flown across the ocean
leaving just a memory
A snapshot in the family album"
Traduzindo:
"Papai se foi através do oceano,
Deixando apenas uma lembrança:
Um instantâneo no álbum de família."
Estranhíssimo né? Até deu uma arrepiada. Cara, entre na comunidade e ajude esse bando de malucos e geniais a enriquecerem ainda mais a discussão. Ainda me perguntam por que sou fã do Pink Floyd.
Vale a pena até assistir o clipe da música Another Brick in the Wall.
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